
- estava aqui a pensar...
- partilha...
- quando falámos pela primeira vez, correu da maneira que correu: mal, mal, mal. E agora, estamos com elos coesos e reforçados. Há coisas fantasticas não há?
- chama-lhes medo.
- medo? Porquê?
- há alturas em que tememos tudo, principalmente, pessoas que nos lembram nós mesmos...
- reagiste assim porque te revias em mim?
- sim, acho que acabei por te tentar perfurar com uma qualquer lâmina na ânsia de a sentir também.
- foi mal perfurado...
- eu sei.
- digo que só fez risco, nao furou de todo.
- nunca consegui acabar comigo só ser um monte de riscos.
- acontece.
- somos tão humanóides!
- partilha...
- quando falámos pela primeira vez, correu da maneira que correu: mal, mal, mal. E agora, estamos com elos coesos e reforçados. Há coisas fantasticas não há?
- chama-lhes medo.
- medo? Porquê?
- há alturas em que tememos tudo, principalmente, pessoas que nos lembram nós mesmos...
- reagiste assim porque te revias em mim?
- sim, acho que acabei por te tentar perfurar com uma qualquer lâmina na ânsia de a sentir também.
- foi mal perfurado...
- eu sei.
- digo que só fez risco, nao furou de todo.
- nunca consegui acabar comigo só ser um monte de riscos.
- acontece.
- somos tão humanóides!












